O material científico e iconográfico de riqueza incalculável recolhido por Nassau no Brasil foi distribuído por este entre três grandes monarcas europeus: o rei da Dinamarca, o grande eleitor de Brandenburgo e o rei da França. Em cada corte essas imagens e informações de grande impacto foram recebidas com intensa curiosidade e não deixaram de marcar as imaginações e as retinas de seus contemporâneos. Tiveram também grande influência sobre certas artes decorativas, especialmente a tapeçaria. Foram principalmente os desenhos de Albert Eckhout que serviram de base para as famosas tapeçarias das "Anciennes" e "Nouvelles Indes", realizadas pela manufatura de Gobelins na França durante o Século XVII, das quais o Instituto Ricardo Brennand possui quatro, um dos maiores conjuntos do mundo.
A imaginária do Novo Mundo trazida por Nassau, assim como os quadros de Frans Post, também influenciaram artistas holandeses que nunca estiveram no Brasil mas aproveitaram temas da "Índias Ocidentais", como Jillis Van Schendel na paisagem imaginária em que incorpora elementos claramente inspirados no Brasil, como palmeiras, índios e escravos negros.